sábado, 25 de outubro de 2008
It's No Good | Depeche Mode - 1977
ela toca no Comand and Conquer Red Alert, um jogo meio antigo e hoje eu ouvi,
ta ai a letra (que nao interessa muito) mas pelo menos, s
e/quando eu esquecer eu procuro no google e caio aqui.
It's No Good | Depeche Mode
Im going to take my time
I have all the time in the world
To make you mine
It is written in the stars above
The gods decree
Youll be right here by my side
Right next to me
You can run but you cannot hide
Dont say you want me
Dont say you need me
Dont say you love me
Its understood
Dont say youre happy
Out there without me
I know you cant be
cause its no good
Ill be fine
Ill be waiting patiently
Till you see the signs
And come running to my open arms
When will you realize
Do we have to wait till our worlds collide
Open up your eyes
You cant turn back the tide
Dont say you want me
Dont say you need me
Dont say you love me
Its understood
Dont say youre happy
Out there without me
I know you cant be
cause its no good
Im going to take my time
I have all the time in the world
To make you mine
It is written in the stars above
Dont say you want me
Dont say you need me
Dont say you love me
Its understood
Dont say youre happy
Out there without me
I know you cant be
cause its no good
quarta-feira, 22 de outubro de 2008
Os filhos de Anansi
"Fat Charlie imaginou o que a mãe de Rosie costumava ouvir na igreja. Talvez somente gritos de "Para trás! Criatura horrível dos infernos!", seguidos de exclamações como "Está viva ou morta?" e de certo nervosismo por não saberem se alguém se lembrara de trazer uma estaca e um martelo."
Este é um dos muitos momentos do livro que você tem que parar de para rir, respirar fundo e continuar lendo do livro. Muito bom, bom mesmo, uma ótima indicação Degu. É humor do começo ao fim, se você gostar do trecho acima, pode ir ler, vai gostar.
Falow.
sábado, 18 de outubro de 2008
Basilisk

Hey hey, não sabia se cabia aqui, mas resolvi postar. Basilisk é um manga que mostra a luta de duas famílias, os Iga e os Kougas no Japão durante a era Keichou (1614). A luta descide o próximo Tokugawa (governante), entre personagens históricos está Hattori Hanzo. Uma batalha de 10 vs 10 entre ninjas. Muito bom. pode ser encontrado aqui e eu recomendo muito. São 5 volumes grandes, boa leitura.
segunda-feira, 13 de outubro de 2008
Deuses americamos - Neil Gaiman
Hey hey, após umas férias estamos de volta, espero que pra sempre. Nesta semana terminei de ler Deuses Americanos do Gaiman. O livro fala sobre Shadow, um norte americano típico ( se você considerar ex-presidiário uma cosia comum) que encontra um deus (e vive as mais loucas aventuras com uma turminha pra lá de esperta ... ) e o contrata como garoto de recados. O livro comenta sobre uma infinidade de religiões, panteões, divindades e outras coisas que as pessoas adoram. Ele está cheio de referencias nerds, americanas, históricas e mostra o mundo (USA) de uma maneira diferente. Meu primeiro livro deste autor e gostei muito, foram muitas páginas em algumas manhas frias. Recomendo.
Ps: Poxa degu, e o amigão da vizinhaça ???? O cabeça de teia??? Ele é o nerd mascarado com super poderes, precisa de mais????
domingo, 28 de setembro de 2008
Festival do Rio 2008 - Sinédoque, Nova York (Synecdoque, New York)

Com certeza esse é um dos principais filmes do Festival do Rio, nada menos que o primeiro filme dirigido por Chalie Kaufman, o roteirista de Brilho Eterno de uma Mente sem Lembraças, Quero Ser John Malkovich, Natureza Quase Humana e Adaptação. Bom, acho que nem preciso falar que o roteiro do filme é genial, o começo aprensenta os personagens de uma forma simples e eficaz, toda cena termina como uma piada, com uma frase de efeito que acaba levando-nos a risada, o que faz com que nos apeguemos aos personagens de uma forma leve e engraçada.
As atuações são brilhantes, pricipalmente de Phillip Seymour Hoffman e Samantah Morton, e é a personagem dela que nos introduz ao mundo surreal que os filmes roteirizados por Kaufman têm. No meio da ambição do personagem principal de criar uma peça, vemos um pouco de Charlie Kaufman, apesar de não ser explícito como em Adaptação, vemos atraves do personagem o homem por trás das cameras, na verdade isso é tão sutil e surreal (graças também a atuação de John Malkovich), que acabamos por não saber o que é real e o que faz parte da peça encenada no filme (num certo sentido). A realidade e a surrealidade (se é que essa palavra existe) caminham justas ao contar o passar dos anos de desventuras amorosas, medo da morte e a busca pelo sentido da vida.
No fim até por ser o diretor esse é o filme que mais tem cara de Charlie Kaufman de todos os filmes que ele roteirizou.