quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Donnie Wahlberg

Bem amigos da rede Bobo, Voltamos ao vivo e em definitivo!

Meu último post está quase fazendo aniversário, então vamos lá, vamos postar.


Hoje o homenageado é Donnie Wahlberg:
Bonitão, garboso, todo todo...
Ele é conhecido por:

- Ser o detetive em Jogos mortais II, III, IV e V.

- Um dos soldados do Band of Brothers...

- E o paciente que aparece no começo do Sexto Sentido.

Até aqui tudo bem, ta jóia, mas o que eu não sabia q ele tinha feito é:

- Duddits no Apanhador de Sonhos !!!
Sim o "garoto especial" que tem a mochila do Scooby-Doo e é alienígena (ou não).

- Escreveu a música "I WANT YOU" para o filme do Super Mario Bros.

- E a última, vou resumir em um nome próprio: "New Kids On THE BLOCK"

É ele desde o começo da banda, mais louco que o Mario Kart escorregando na banana...


Eu não acreditei nas primeiras 15 vezes q eu ouvi, mas ta aí a prova:



O mais massa é que ele sempre aparece de boné e de cara abaixada no grupo, vergonha ++.....


Não confundir com o Mark Wahlberg:


Que fez Four Brothers

junto com o André Benjamin (Heeeeeeeey Ya) e o Mais veloz e Mais Furioso Tyrese Gibson ( que mais parece o Jacaré da Turma do Didi)...

Mas isso já é assundo pra outro post. Falow valeu, até.

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Julie & Julia - Festival do Rio 2009

Quando ainda na fila me perguntaram a razão de eu assistir esse filme, logo respondi, gosto dos roteiros da Nora Ephron. E conhecendo os filmes anteriores dela podia esperar mais uma comédia romantica aos moldes de Harry e Sally, Sinfonia do Amor ou Mens@gem para Você.

Mas Julie & Julia é um pouco diferente. Baseado em duas histórias reais, a de Julia Child e Julie Powell. E é no livro da segunda que o filme é baseado.

O filme conta a história de como Julia escreveu seu livro e publicou seu livro Mastering the Art of French Cooking e da história por tras do blog de Julie.

Vários detalhes me chamaram atenção no filme, as piadas são leves e engraçadas, o ritmo, apesar de ficar trocando o foco nos personagens é bom e as atuações de Meryl Streep e Amy Adams são geniais.

Bom, o filme também estréia dia 16 de outubro no Brasil, vale a pena dar uma conferida.

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

O Desinformante - Festival do Rio 2009

Desde sempre admirei o diretor Steven Soderbergh, gostei de filmes experimentais como "Sexo, Mentiras e Videotapes" e "Confissões de uma Garota de Programa", não gostei de outros como "Bubble", "Che - O Argentino", gostei dos filmes mainstream como a série "11 Homens e 1 Segredo", "Traffic" e "Erin Brockovich: Uma mulher de talento".

Poderia dizer que O Desinformate é uma mistura de "Erin Brockvich" e "11 Homens e 1 Segredo", porém com um humor mais ácido, o mais incrível é que é baseado em uma história real, a de Mark Whitacre, um funcionário da ADM que coopera com o FBI numa investigação sobre fixação de preços. Matt Damon vive Whitacre e atua de forma genial (e hilária).

Um dos pontos interessantes do filme é o fato de você poder "escutar" os pensamentos de Whitacre, sejam eles relevantes ou não, o que trazem uma certa simpatia com o personagem, e acaba se revelando uma boa surpresa no fim.

A estréia no Brasil está marcada para 16 de outubro, recomendado.

sábado, 26 de setembro de 2009

Viajo Porque Preciso, Volto Porque Te Amo - Festival do Rio 2009

Pra iniciar o Festival do Rio nada melhor do que um filme brasileiro.

O filme em questão foi "Viajo Porque Preciso, Volto Porque Te Amo", da dupla Karim Aïnouz (O Céu de Suely) e Marcelo Gomes (Cinema, Aspirinas e Urubus), e como os filmes anteriores dos dois este também se passa no nordeste, mais especificamente no Ceará.

Apesar da maneira pouco convencional, o personagem principal nunca aparece, só narra o filme, como se estivesse narrando sua viagem num diário. Talvez isso faça com que o filme ganhe uma carga dramática mais "sofrida" ao retratar a realidade do vazio e solidão, tanto da viagem, quando da alma. Os trechos em super 8 e fotos ainda trazem uma melancolia que reforça ainda mais o drama do personagem. As tomadas da estrada, com apenas o som do vento e dos motores trazem um certo desconforto ao espectador, certamente o mesmo desconforto do personagem em sua viagem.

O fato é "Viajo Porque Preciso, Volto Porque Te Amo" é um bom filme, não tão convencional, não tão confortável de se assistir, mas mostra de uma maneira real o drama de um personagem.










segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Coraline

Pensei, pensei, pensei e resolvi escrever sobre Coraline, o filme antes de escrever sobre o livro em si. Sou um fã confesso do Neil Gaiman, e ao saber que Coraline viraria um filme fiquei animado com a notícia, acompanhei todos as notícias, posts próprio blog do Gaiman, assisti todos os trailers e acredite, tinha uma expectativa altissima. E geralmente quando você cria uma expectativa muito grande você acaba se decepcionando.
Pra se ter uma idéia da expectativa, o papel de parede do meu laptop era exatamente a figura do posters. Cheguei a contar os dias para assistir of filme. Fui assistir a pré-estréia (em 3D digital), cheguei 2 horas antes e esperei como se fosse a eternidade até o filme.

E posso dizer que o filme superou, e muito, minhas expectativas. O filme é fiel ao livro na medida do possível, e o livro é genial (não vou falar muito, é Neil Gaiman). Mas o que chama mais atenção no filme é a animação stop-motion.

Coraline é um clássico, uma referência para todos os filmes de stop-motion. É uma obra de arte, completamente artesanal, feito a mão com todos os detalhes e cuidados para tudo parecer perfeito. Apesar de serem bonecos, são reais, apesar de eu ser um fã de computação gráfica, a realidade dos detalhes de Coraline são incríveis, cenários de tirar o fôlego. E apesar de os filmes para computação gráfica serem inerentementes próprios para o 3D digital, Coraline leva essa tecnologia a um novo nível. Apesar de ter algumas cenas "forçadas" para o 3D, todas elas estão nos trailers e funcionam bem em 2D, mas algumas cenas (principalmente as do jardim) são magníficas, e justificam o preço de um ingresso para uma sala com essa tecnologia.

Apesar de superar minhas expectativas em muito, eu tenho que ser chato (senão não seria eu, hehe), o roteiro é fiel na medida do possível, existe um personagem que não existe no livro, que teve que ser inserido para que houvesse diálogo em passagens importantes. Mas, uma passagem importante ficou de fora do filme, quando Coraline conta uma história para o gato em que ela explica o que é a verdadeira coragem, essa passagem de certa forma é a transição entre as duas partes do livro/filme, e faltou isso no filme.

No fim, Coraline é um filme que talvez não tenha tanta repercussão agora, mas com certeza ficará como referência para as animações em stop-motion e como uma adaptação de livro bem sucedida.